
Sim, meus caros.. eu criei vergonha na minha cara e fui na justiça buscar os direitos da minha filha! Mas como vocês já devem imaginar, eu vou contar por partes pra dar emoção e também pra dar mais detalhes dos acontecimentos... afinal, eu AMO detalhar as coisas kkkkk Você deve estar se perguntando o pq de eu ter esperado 7 meses e meio pra tomar essa decisão e atitude. A verdade verdadeira mesmo, é que eu morria de esperanças de voltar com o M.P
(Agora com siglas, pq eu ainda temo ser processada rçrçrç). E eu contava com essa
merda hipótese todos os dias desde que eu ainda estava com meu barrigão sendo diva. Mas ok... Em dezembro recebi a noticia chocante
e triste de que a E.F
(namorada/noiva/mulher/bitch do MP) estava grávida de aproximadamente 2 meses. Eu chorei, chorei, chorei, chorei e chorei mais um pouquinho tudo o que eu nem sabia que ainda poderia chorar. Mas aquilo foi uma lavagem. Me lavou de sentimentos, me lavou de esperanças, de vontade, de amor e de todo e qualquer sentimento bom que ainda existia dentro de mim por ele.
(Claro, que tudo muito superficialmente) Tive várias recaídas e pedi pra voltar mil vezes, mas chegou um dia que eu dei um basta e que deixei ele seguir a vida dele.
(aplausos). Imediatamente pensei em pedir pensão, mas também fiquei imaginando que ele estava numa cidade nova, com novos planos, um bebê a caminho, um casamento praticamente marcado e uma criança, ops, noiva pra cuidar. Fiquei com dó de chegar lá e pedir dinheiro dele. Continuei com o bom e velho acordo que eu tinha com a mãe dele. De receber uma quantia em dinheiro + fraldas dela até o MP arrumar um emprego decente e dar uma pensão decente. Estava tudo numa boa, até que eu me deparo com ele pagando de riquinho no facebook (
me sigam no facebook), falando sobre comprar celulares da moda, apartamentos, viagens e até mesmo roupinhas e móveis pro novo membro da
família feliz. Fiquei P da vida? COM CERTEZA! Me revoltei com farofa, e fui falar com a minha tia, que está estudando direito, sobre os procedimentos de pensão. Minha tia sempre desejou que eu fosse como ela: a mulher forte e independente que não depende de homens pra nada, que pensa em sí mesma acima de tudo etc etc, mas todos nós sabemos que eu faço mais o tipo sofredora que sonha em casar e ter filhos hsudhushdushdush ok. Ela ficou entusiasmada com tudo e me ajudou na hora!
Então no dia 18 de março de 2013, fui no PAC do meu bairro procurar a defensoria pública e entrar numa ação contra o MP. Foi super rápido. Pediram a xerox de alguns documentos e o número de uma conta poupança no meu nome. Fiz tudo exatamente como me foi instruído e dei entrada na ação. Logo depois, a casa onde a mãe do MP está morando foi intimada e pela noite, ela veio até a minha casa querer fazer um acordo comigo, o que claro, não aceitei. Foi uma conversa bastante tensa e ela se ofereceu pra ficar com a guarda da Luninha, o que claro, eu tambem não concordei. Ela se foi e eu fui dormir tranquila esperando o dia da reunião com a conciliadora. Quando o MP ficou sabendo que eu fui pedir pensão, ficou muito aborrecido comigo. Brigamos bem feio, não me lembro exatamente como, mas sei que foi uma briga de verdade, que fez a gente parar de se falar e assim estamos até hoje. Mas ok, né...
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| Lulu e papai MP |
Nesse meio tempo fiquei sabendo que a EF havia sofrido um aborto espontâneo por má formação do feto. Com essa notícia, minha cabeça ficou muito confusa e perdida em pensamentos. Aquela boa e velha esperança ressurgiu. Mas me contive e voltei as atividades normais. Dias antes da reunião, recebi a notícia que o MP estava em Manaus com sua
kirida namoradinha e haviam passado o dia inteiro com a MINHA Luna (foto á esquerda). Fiquei extremamente aborrecida com a minha avó por ter permitido que ela fosse pra lá sabendo que a
coisinha aquela garota estaria lá. Ela deu a desculpa de que não tinha com quem deixar a Lulu enquanto fazia compras (eu estava trabalhando) e que não teve escolha. E isso me fez pedir as contas do meu emprego dias depois. Sim, galero, eu sou a mais nova desempregada do pedaço. Mas ok, voltemos para a pensão alimentícia... Chegado o dia 03/04/13, retornei ao PAC, na defensoria pública para a reunião. Segui direto para a sala da minha defensora e conversei com ela, não reparando que nas cadeirinhas da espera estavam MP, namoradinha cadáver e o meu querido Ney Gomes, irmão do MP, que eu amo de verdade. (sem ironia). Nenhum deles falou comigo, ou sequer olhou pra mim. Mas eu não me importei. Fiz carão e me sentei do outro lado olhando pra frente como se eu estivesse em um dos meus testes de modelo (sdds, sdds). Puxei papo com uma mocinha que estava ao meu lado e ela disse: "aquele carinha ta te paquerando... Ele não para de olhar pra você!" E quando e olho.. adivinha quem era? kkkkkkkkk deixa no ar. Sorri e disse: "Eu o conheço. Ele é o Réu". Ela sorriu sem jeito e finalizamos aquela conversa alí. Minutos (ou horas) depois meu nome foi chamado e fomos conversar com a conciliadora. Ela pediu os documentos e nos ouviu. Entreguei o papel com a lista dos gastos da Luluzinha junto com o valor pretendido, ou seja, quanto eu queria ganhar de pensão. Ele olhou pro advogado dele e deram uma risada sarcástica, debochando da quantia que eu pedi. Então eles me ofereceram menos que a metade do que eu havia pedido. R$200,00. Não houve acordo. A conciliadora tentou conversar com ele, mas estava claro que até ela havia ficado enjoada com a história e com o tipo de gente que ele é. Não aguentou ele dizer que não tinha condições de dar a pensão e praticamente riu na cara dele. E eu sempre séria e fazendo pose. kkkkkkkkkkk No fim, eles foram dispensados e eu permaneci conversando com ela. Ela me falando sobre coisas familiares como se quem não quisesse tentar de novo, fosse eu! Eu precisei segurar as lágrimas quando ela me falou sobre elos, laços e coisas assim, que unem as pessoas pra sempre. Por coincidência ou não, ela era evangélica e parecia já saber de toda a história, mesmo nunca tendo conversado comigo (ou lido meu blog rs). E ela falou coisas sobre enxergar em nós dois uma família pra Lulu. Eu não pude me aguentar e disse: "Mas Drª... Ele está noivo!!!!" e ela me respondeu: "esta noivo e não casado!" Talvez ela não devesse ter me falado aquilo. Mas disse... E sem querer me fez sentir de novo o que eu achava que não importava mais. Fiquei pensando... Se uma estranha que nunca nos viu antes pôde ver isso... Será que significa alguma coisa?? E só pedí pra ela orar por mim... E ela pediu pra eu não desistir da minha família. Era tudo o que eu precisava...
Então ela escreveu algumas coisas, digitou outras e disse que a intimação vai chegar aqui em casa com a data da audiência com o juiz. Espero que as coisas corram bem. Tanto no assunto judicial quanto no assunto pessoal!
Não conheço a religião de vocês... Mas orem, rezem ou apenas peçam aos céus que eu tenha minha família de volta.